"Gosto de ser gente porque, inacabado, sei que sou um ser condicionado mas, consciente do inacabamento, sei que posso ir mais além dele. Esta é a diferença profunda entre o ser condicionado e o ser determinado".
Paulo Freireterça-feira, 6 de dezembro de 2016
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
quarta-feira, 20 de julho de 2016
quinta-feira, 14 de julho de 2016
terça-feira, 12 de julho de 2016
terça-feira, 28 de junho de 2016
quinta-feira, 16 de junho de 2016
Rotina:Roda de Conversa
RODA DE CONVERSA
A prática de se organizar em roda para conversar traz
inúmeros significados. A expressão por meio da linguagem oral de sentimentos,
ideias, valores estão presentes em todas elas. Mas, não podemos afirmar que
tenham as mesmas finalidades e aprendizagens.
Cada uma
carrega características e peculiaridades, e é importante que o professor saiba
diferenciá-las para que possa fazer a melhor escolha na hora de planejar.
È muito comum reunir as crianças para informar sobre algo que está acontecendo na
escola e que todos precisam saber principalmente em período de festa. A
informação pode levar a pesquisa, a reflexão e ao conhecimento. Mas, pode ser
meramente informação.
Em algumas situações se faz necessário conversar com as
crianças, sobre o como fazer algo; o passo-a-passo de uma atividade(instruir). Este momento também é importante se
queremos garantir o produto final. Um bom exemplo prático é quando realizamos
atividades de culinária e mostramos as crianças o modo de fazer.
As
crianças acompanham o professor executando e em outras vezes participa fazendo
segundo a instrução recebida. O mesmo acontece quando reunimos a turma para
demonstrar ou ensinar as regras de um jogo.
Observem que a participação das crianças nestes dois casos acima
apresentados é muito mais como ouvinte e a fala apenas para esclarecimento de
dúvidas. A fala do professor é uma característica bastante presente, pois, é
ele quem disponibiliza as informações e instruções. As crianças têm
um papel maior como ouvinte ou de realizador.
Já as conversas informais são comuns na rotina e contribuem para
estabelecer afetividade no grupo, oferecendo importantes elementos e
informações para que o professor possa conhecer melhor a sua turma e planejar
novas situações a partir das necessidades e interesses das crianças. Permite a livre expressão sem o compromisso sistemático de avançar, esmiuçar e chegar ao
conhecimento mais elaborado. Neste momento a participação das crianças falando
é maior e professor tem importante papel de ouvinte atento e de mediador
para que todos possam falar. A conversa fica mais solta é muito comum as
crianças falarem sobre assuntos diversos.
O momento da conversa que se destina a investigação,
entendemos investigação como busca, pesquisa, indagação com a finalidade de
saber algo ou de saber melhor algo, não é comum no cotidiano escolar.
Este momento contribui para que as crianças sejam capazes
de construir conhecimentos importantes para o seu desenvolvimento. Estimular
para que aprendam a observar, perguntar, levantar hipóteses, imaginar, pensar e
buscar comprovação é possível na educação infantil.
O professor tem dificuldade em saber como mediar uma
conversa investigativa para que a num esforço conjunto possam esclarecer,
esmiuçar com maior profundidade ideias e conceitos sobre algo.
Com os pequeninos o tempo de concentração para
a conversa é menor, mas não impede que o professor ajude, provoque e estimule
as crianças a pesarem além do que elas já sabem.
terça-feira, 7 de junho de 2016
Cinco Passos para uma avaliação formativa e de qualidade
A avaliação na Educação Infantil possui algumas particularidades – dentre elas, a ausência de notas e a política de não reprovação. Empregar conceitos e comentários descritivos na hora de avaliar, ao invés de pontuar as tarefas realizadas, faz com que os educadores deem mais relevância aos processos de aprendizado e a evolução das crianças do que aos resultados finais obtidos. Esse modelo, de avaliação formativa, é baseado na teoria construtivista e considerado, atualmente, o melhor para creches e pré-escolas (justamente por proporcionar um ambiente sem julgamento e classificação, respeitando o ritmo de desenvolvimento de cada um). Para professores, contudo, exige uma reflexão que demanda muito tempo – já que é preciso pensar não apenas na turma, mas na trajetória individual de cada aluno – e pode parecer abstrato demais à primeira vista.O blog Na Escola reuniu algumas dicas para realizar uma avaliação formativa de qualidade.

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sexta-feira, 20 de maio de 2016
Parabéns Pedagogos!!!
Ser
Pedagogo...
Ser Pedagogo não é apenas ser Professora, Mestre, Tia, Coordenadora,
Supervisora, Orientadora, Dona de escola.
É mais do que isso
É ser Responsável.
Ser Pedagogo é ter coragem de enfrentar uma sociedade
Ser Pedagogo é ser valente, pois sabemos das dificuldades que temos em
nossa profissão em nosso dia a dia.
Ser Pedagogo é saber conhecer seu caminho, sua meta, e saber atingir seus
objetivos.
Ser Pedagogo é saber lidar com o diferente, sem preconceitos, sem
distinção de cor, raça, sexo ou religião.
Ser Pedagogo é ter uma responsabilidade muito grande
nas mãos.
Talvez até mesmo o futuro...
Nas mãos de um Pedagogo concentra- se o futuro de muitos médicos,
dentistas, farmacêuticos, engenheiros, advogados, jornalistas, publicitários ou
qualquer outra profissão...
Ser Pedagogo é ser responsável pela vida, pelo caminho de cada um destes
profissionais que hoje na faculdade e na sociedade nem se quer lembram que um
dia passaram pelas mãos de um Pedagogo.
Ser Pedagogo é ser mais que profissional, é ser alguém que acredita na
sociedade, no mundo, na vida.
Ser Pedagogo não é fácil, requer dedicação, confiança e perseverança.
Hoje em dia ser Pedagogo em uma sociedade tão competitiva e consumista
não torna-se uma profissão muito atraente, e realmente não é.
Pois os valores, as crenças, os princípios, os desejos estão aquém do
intelecto humano.
Hoje a sociedade globalizada está muito voltada para a vida materialista.
As pessoas perderam- se no caminho da dignidade e optaram pelo atalho da
competitividade,
é triste pensar assim, muito triste
pois este é o mundo dos nossos filhos
crianças que irão crescer e tornar- se adultos.
Adultos em um mundo muito poluído de idéias e sentimentos sem razão.
Adultos que não sabem o que realmente são
Alienados, com interesses voltados apenas pelo Ter e não pelo Ser.
Ser Pedagogo é ter a missão de mudar não uma Educação retorcida, mas ser
capaz de transformar a sociedade que ainda está por vir.
Pode ser ideologia pensar assim, mas como Pedagogos temos a capacidade de
plantar hoje nesta sociedade tão carente de valores, sementes que um dia irão
florescer.
E quem sabe essa mesma sociedade que hoje é tão infértil possa colher os
frutos que só a Pedagogia pode dar.
quinta-feira, 19 de maio de 2016
Como pensar a brincadeira para o aprendizado infantil?
Falar sobre “a importância do brincar na Educação Infantil” já se tornou lugar comum. A brincadeira é, de fato, a maior forma de aprendizado para crianças entre os zero e seis anos – seja através da imitação e repetição, ou da construção e exercício de imaginação e raciocínio. A complexidade dos jogos vai aumentando conforme a idade. “Porém, não basta deixar que o improviso dê o tom”, diz a reportagem doGente que Educa, “ao contrário, somente um planejamento detalhado da rotina fará com que a Educação Infantil atinja os seus objetivos”.
Nesta semana, em entrevista para o Na Escola, a educadora e pesquisadora Gisela Wajskop (uma das autoras do Referencial Curricular Nacional de Ed. Infantil), enfatizou a mesma necessidade: “Eu vejo que as capacitações de educadores estão cada vez mais pragmáticas: vamos fazer roda, bater palmas e cantar. Mas falta a reflexão – o aprendizado só ocorre se o professor tiver uma intencionalidade e souber aonde que chegar com essas crianças”.
Embora as instruções sejam claras, o caminho para realizá-las pode ser desafiador. Como colocar em prática esse cuidado pedagógico diante das brincadeiras? O Na Escola reuniu alguns ensinamentos para facilitar o planejamento dos professores na hora de propor brincadeiras em sala de aula.
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